Archive for the ‘SEGUNDO MUNDO’ Category

h1

Admirável Praia – agora à venda

September 9, 2008

Há tanto tempo que não escrevo sobre o Segundo Mundo que, de facto, houve muito tempo para que muitas coisas acontecessem. Entre elas, e a mais recente, está a minha mudança para uma nova ilha, onde encontrei mais espaço, mais mar e, sobretudo, os melhores pôr e nascer do sol da região. O estado inacabado e o maior tempo agora dedicado à Primeira Vida ainda não me permitiram tirar fotografias, mas a ilha nova não é, de facto, o que me traz aqui. A verdade é que a praia da Margarita, em Portucalis I, ali mesmo entre o farol e a Galeria LX, com uma fabulosa frente de mar, está à venda. E, a mim, que lá vivi os meus melhores momentos de sempre no Segundo Mundo, custa-me ver um sítio que está tão cheio de boas vibrações, totalmente vazio. Está mesmo a pedir que alguém se apaixone por ele e, ali, se apaixone também como eu o fiz.

Passem por lá, sim?

h1

Admirável Talento · Brave Second Talent

June 9, 2008

Não é preciso dizer muito para se reconhecer o talento do Halden Beaumont. Basta ver vídeos como este, a concurso no Festroia deste ano.

Ah, e aproveitem para votar. Ele merece mesmo.

In English after the cut

Read the rest of this entry ?

h1

Admirável Experiência · Brave Second Experience

June 9, 2008

Comunicação Cleo Bekkers por Marg

Após um inesperado convite de uma amiga, tive a honra de viver uma nova experiência neste segundo mundo. Assim, no passado sábado, dei por mim a ser a “voz” da Cleo Bekkers nas comunicações da semana portuguesa na SL’ang Life, um evento organizado pelo (também meu amigo) Ibrahim Bates e pela Uzi Boa. Nervoso posto à parte e com a sorte de poder contar entre a assistência com alguns amigos que se dispuseram a estar ali só para me apoiar, posso dizer que a minha tarefa correu bastante bem. Mas tudo isso só foi possível graças ao excelente trabalho que a Cleo tem vindo a desenvolver ao longo de mais de um ano, que prova que este segundo mundo pode ser, se bem aproveitado, muito útil ao primeiro. A ela, os meus parabéns, e o meu obrigado por me ter “escolhido” para a representar. Foi uma honra e um prazer.

Nota: Foto gentilmente cedida pelo Ibrahim

In English after the cut

Read the rest of this entry ?

h1

Admirável Iniciativa · Brave Second Initiative

April 22, 2008

Nestes dias, por Portucalis e outros locais portugueses do Segundo Mundo festeja-se mais um aniversário do 25 de Abril. Exposições, música, poesia, tertúlias, tudo faz parte de um reviver da Revolução dos Cravos. Mais incrível ainda é que a iniciativa tenha partido, tanto quanto sei, de pessoas que nem sequer eram nascidas na altura. Quanto a mim, era sim, e ela passou por mim como uma simples interferência num normal dia de escola. Não fui às aulas, é tudo de que me lembro. Lembro-me sobretudo dos primeiros festejos do 1º de Maio, não sei já se nesse ano, se no seguinte, mas foram esses momentos de festa que mais me ficaram. Mas o que me marcou mesmo foi ver a minha família vir, em consequência da Revolução, a ser separada por um oceano, até hoje e para sempre. Por isso, desculpem-me se não festejar muito. Por isso e por achar que se romantiza demasiado uma Revolução que até hoje os portugueses ainda não souberam aproveitar bem. Por achar, que ao fim de 34 anos, se deve começar a festejar o futuro com iniciativas que nos levem mais adiante. E que se faça, sim, uma nova revolução na forma de pensar, com novas músicas de intervenção sobre o conformismo, o oportunismo e o nacional-desenrascanço. Nós, portugueses, somos bons no que fazemos (prova disso são as iniciativas que já vi por este Segundo Mundo), mas podemos ser ainda melhores. Muito melhores.

In English after the cut

NOTA: Só depois de a Afro me ter agradecido é que me lembrei de que a divulgação não está completa sem as “moradas”. Assim, aqui vão a da Exposição e a do Tagus (blog), com mais informações sobre este evento.

Read the rest of this entry ?

h1

Admirável Fantasia – Brave Second Fantasy

March 18, 2008

Admirável sítio este onde podemos, com os devidos limites (iguais aos que nos são exigidos cá fora) fazer tudo o que nos apetece. Aqui, onde a imaginação dos criadores quase não tem limites, só temos que escolher o papel a encarnar, fisicamente falando, pois a alma fala mais alto e não nos deixa fugir de nós, a não ser que sejamos psicóticos. E foi assim que eu, fascinada que sou por séries policiais, muitas vezes pejadas de imagens violentas, me deixei seduzir por uma cena de crime num SIM praticamente abandonado. Mas como há dentro de mim uma força enorme, e tenho tomado doses regulares do melhor antídoto de todos, estou de volta, mais viva do que nunca. Esta imagem não passou de uma fantasia.

murder_003.jpg

In English after the cut

Read the rest of this entry ?

h1

Admirável Independência – Brave Second Independence

March 10, 2008

Recentemente, assisti aqui a guerrinhas, guerrilhas, enredos e desenredos que criam desconfiança, inimizades e diferentes partidos aos quais me recuso a pertencer. Quem me conhece bem, já o sabe: estarei sempre do lado em que considerar estar a razão, mas terei também todo o interesse em conhecer os motivos da parte contrária. Sem nunca entrar no conflito, a não ser por puro acaso. Não dou conselhos nem digo “vai por aqui” ou “vai por ali”. Se me pedirem uma opinião, poderei, na minha modesta sabedoria, apresentar vários caminhos para uma solução, mas nunca indicarei aquele que acho o correcto, assim como não gosto que mo indiquem a mim. Sou perfeitamente capaz de decidir pela minha cabeça e de avaliar graças à minha análise pessoal. Odeio que me avisem quanto a este ou aquele, com uma tendência incrível para que a minha relação com o “avisador” azede um bocadinho, levando a que eu me aproxime ainda mais daquele contra quem me avisam, para o conhecer melhor.
Poderá, esta atitude, fazer com muita gente se afaste, porque a acha falta de camaradagem, eventualmente traição. Mas é assim que eu sou e creio que serei para sempre. Admiravelmente independente, mas incondicionalmente do lado de quem está e esteve comigo nos piores momentos.

In English after the cut

Read the rest of this entry ?

h1

Admirável Lição

February 26, 2008

Nem de propósito, é nas alturas mais conturbadas que se nos acendem luzes inesperadas, e que nos deparamos com as lições mais apropriadas ao momento que atravessamos. Uma dessas luzes foi uma frase com que me deparei sem mais nem quê e que me dá força para continuar com a minha vida, agora mais feliz e plena do que nunca. Tendo sempre em mente que as acções ficam com quem as pratica, sigo este conselho:

“Perdoa sempre aos teus inimigos. Nada os agastará mais”.

Oscar Wilde

h1

Admirável Primeira Vida

February 10, 2008

Depois do Admirável Reencontro neste segundo mundo, chegou a vez de um memorável reencontro na Primeira Vida, não sem alguns precalços que envolveram uma deslocação de última hora à Margem Sul para resgatar o nosso Iluminado. Finalmente chegados ao lugar marcado, fui imediatamente reconhecida pela Sr. D. Dra. Prof. Engª (não sei se a ordem é esta) Mãe da Mafalda, de cujo rosto só me lembrei no final do jantar, mas a qual se lembrava muito bem de mim. Grande Magic, por quem se diria que o tempo não passou se não fosse a prova vivíssima e fabulosa que é a extraordinária Mafalda. E grandes todos os outros, que já conhecia pessoalmente (Afro, Blue, Elora, Imso, Maggy, Piedro, Tp) e aqueles que conheci naquela noite (Manex, Mermaid, Migas e Russo). Enorme mesmo foi a noite que se seguiu, em que, à semelhança do que se passa neste nosso Segundo Mundo, nos rimos, dançámos, cantámos e divertimos como se o mundo fosse todo nosso.

Ao contrário da maior parte deles, optei por não participar do segundo dia de Assembleia Geral, porque não só estava exausta como se impunha que estivesse com as pessoas mais importantes da minha Primeira Vida e que também ajudasse a fazer as honras da casa na inauguração do novo Auditório de Portucalis. E garanto-vos que a noite não foi menos memorável.

Admirável Primeira Vida? Admirável Segundo Mundo, sim, que nos permite encontrar estas pessoas extraordinárias que passam, assim de repente e incrivelmente, a fazer parte dela. Algumas de uma forma mesmo muito especial.

h1

Lamentável Pequenez

February 1, 2008
Não vou aqui referir quaisquer pormenores, situações ou pessoas, pois ao que parece todos os que me lerão vão dando mais ou menos pelo que faço no noite-a-noite SL-iano. Outros, sem realmente me conhecerem, dão-se conta do que faço apenas pelo que lhes contam ou pelo que lhes parece. Não sabem. Não perguntam. Ouvem. Comadreiam. E depois julgam. E isso faz-me impressão. Incomoda-me. Sobretudo pela falta de personalidade e frontalidade. Todas as minhas acções, sem excepção, têm um motivo. Não são fúteis. Não são superficiais. E, ao contrário do que possam pensar, não são motivadas por qualquer sentimento de superioridade. E tudo porque eu também sou humana. Em cada coisa que aprendo, tenho um prazer imenso. E em cada coisa que ensino, há um prazer redobrado e sempre, sempre a noção de que antes de saber, eu também não sabia. Não há qualquer medida para os conhecimentos de cada um, há sim a necessidade de aprender aquilo de que precisamos para o que fazemos. A questão é, e citando Paul Arden, que admiro, “It’s not how good you are, it’s how good you want to be.” (Não se trata de saber se és bom, mas de quão bom queres ser). E, meus caros, eu quero ser o melhor que puder.
Ninguém, mais do que eu, odeia convenções e preconceitos e ninguém, tanto como eu, os tem combatido desde que me conheço. Desde sempre me recusei a seguir o rebanho, tal como desde sempre aprendi a ser responsável pelos meus actos. Não sou capaz de culpar ninguém por uma atitude que eu tome e como tal não suporto que me acusem do que acontece aos outros. Cada um é dono da sua vida e, se deixa que outros se apoderem dela, isso é da sua exclusiva responsabilidade. Do not blame me.
E agora poderão perguntar “Para quê isto?”. E eu respondo que, já que algumas pessoas me julgam sem terem a decência de perguntar porque sou, como sou e porque faço o que faço, eu vou esclarecendo desde já.
h1

Admirável Lar Doce Lar

January 30, 2008

homesweethome.jpg

E é só aqui, neste Segundo Mundo, que a minha casa paira no céu, imóvel equilibrada, recebendo de um lado a lua e do outro o sol. E todos os dias, quando regresso, deixo-me envolver pela tranquilidade e deleito-me com algumas páginas de um livro qualquer, deitada no sofá junto à janela, antes de adormecer.