Archive for the ‘ME’ Category

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Admirável Fantasia – Brave Second Fantasy

March 18, 2008

Admirável sítio este onde podemos, com os devidos limites (iguais aos que nos são exigidos cá fora) fazer tudo o que nos apetece. Aqui, onde a imaginação dos criadores quase não tem limites, só temos que escolher o papel a encarnar, fisicamente falando, pois a alma fala mais alto e não nos deixa fugir de nós, a não ser que sejamos psicóticos. E foi assim que eu, fascinada que sou por séries policiais, muitas vezes pejadas de imagens violentas, me deixei seduzir por uma cena de crime num SIM praticamente abandonado. Mas como há dentro de mim uma força enorme, e tenho tomado doses regulares do melhor antídoto de todos, estou de volta, mais viva do que nunca. Esta imagem não passou de uma fantasia.

murder_003.jpg

In English after the cut

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Admirável Lição

February 26, 2008

Nem de propósito, é nas alturas mais conturbadas que se nos acendem luzes inesperadas, e que nos deparamos com as lições mais apropriadas ao momento que atravessamos. Uma dessas luzes foi uma frase com que me deparei sem mais nem quê e que me dá força para continuar com a minha vida, agora mais feliz e plena do que nunca. Tendo sempre em mente que as acções ficam com quem as pratica, sigo este conselho:

“Perdoa sempre aos teus inimigos. Nada os agastará mais”.

Oscar Wilde

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Lamentável Pequenez

February 1, 2008
Não vou aqui referir quaisquer pormenores, situações ou pessoas, pois ao que parece todos os que me lerão vão dando mais ou menos pelo que faço no noite-a-noite SL-iano. Outros, sem realmente me conhecerem, dão-se conta do que faço apenas pelo que lhes contam ou pelo que lhes parece. Não sabem. Não perguntam. Ouvem. Comadreiam. E depois julgam. E isso faz-me impressão. Incomoda-me. Sobretudo pela falta de personalidade e frontalidade. Todas as minhas acções, sem excepção, têm um motivo. Não são fúteis. Não são superficiais. E, ao contrário do que possam pensar, não são motivadas por qualquer sentimento de superioridade. E tudo porque eu também sou humana. Em cada coisa que aprendo, tenho um prazer imenso. E em cada coisa que ensino, há um prazer redobrado e sempre, sempre a noção de que antes de saber, eu também não sabia. Não há qualquer medida para os conhecimentos de cada um, há sim a necessidade de aprender aquilo de que precisamos para o que fazemos. A questão é, e citando Paul Arden, que admiro, “It’s not how good you are, it’s how good you want to be.” (Não se trata de saber se és bom, mas de quão bom queres ser). E, meus caros, eu quero ser o melhor que puder.
Ninguém, mais do que eu, odeia convenções e preconceitos e ninguém, tanto como eu, os tem combatido desde que me conheço. Desde sempre me recusei a seguir o rebanho, tal como desde sempre aprendi a ser responsável pelos meus actos. Não sou capaz de culpar ninguém por uma atitude que eu tome e como tal não suporto que me acusem do que acontece aos outros. Cada um é dono da sua vida e, se deixa que outros se apoderem dela, isso é da sua exclusiva responsabilidade. Do not blame me.
E agora poderão perguntar “Para quê isto?”. E eu respondo que, já que algumas pessoas me julgam sem terem a decência de perguntar porque sou, como sou e porque faço o que faço, eu vou esclarecendo desde já.