Não é preciso dizer muito para se reconhecer o talento do Halden Beaumont. Basta ver vídeos como este, a concurso no Festroia deste ano.
Ah, e aproveitem para votar. Ele merece mesmo.
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Não é preciso dizer muito para se reconhecer o talento do Halden Beaumont. Basta ver vídeos como este, a concurso no Festroia deste ano.
Ah, e aproveitem para votar. Ele merece mesmo.
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Após um inesperado convite de uma amiga, tive a honra de viver uma nova experiência neste segundo mundo. Assim, no passado sábado, dei por mim a ser a “voz” da Cleo Bekkers nas comunicações da semana portuguesa na SL’ang Life, um evento organizado pelo (também meu amigo) Ibrahim Bates e pela Uzi Boa. Nervoso posto à parte e com a sorte de poder contar entre a assistência com alguns amigos que se dispuseram a estar ali só para me apoiar, posso dizer que a minha tarefa correu bastante bem. Mas tudo isso só foi possível graças ao excelente trabalho que a Cleo tem vindo a desenvolver ao longo de mais de um ano, que prova que este segundo mundo pode ser, se bem aproveitado, muito útil ao primeiro. A ela, os meus parabéns, e o meu obrigado por me ter “escolhido” para a representar. Foi uma honra e um prazer.
Nota: Foto gentilmente cedida pelo Ibrahim
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Recentemente, assisti aqui a guerrinhas, guerrilhas, enredos e desenredos que criam desconfiança, inimizades e diferentes partidos aos quais me recuso a pertencer. Quem me conhece bem, já o sabe: estarei sempre do lado em que considerar estar a razão, mas terei também todo o interesse em conhecer os motivos da parte contrária. Sem nunca entrar no conflito, a não ser por puro acaso. Não dou conselhos nem digo “vai por aqui” ou “vai por ali”. Se me pedirem uma opinião, poderei, na minha modesta sabedoria, apresentar vários caminhos para uma solução, mas nunca indicarei aquele que acho o correcto, assim como não gosto que mo indiquem a mim. Sou perfeitamente capaz de decidir pela minha cabeça e de avaliar graças à minha análise pessoal. Odeio que me avisem quanto a este ou aquele, com uma tendência incrível para que a minha relação com o “avisador” azede um bocadinho, levando a que eu me aproxime ainda mais daquele contra quem me avisam, para o conhecer melhor.
Poderá, esta atitude, fazer com muita gente se afaste, porque a acha falta de camaradagem, eventualmente traição. Mas é assim que eu sou e creio que serei para sempre. Admiravelmente independente, mas incondicionalmente do lado de quem está e esteve comigo nos piores momentos.
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Depois do Admirável Reencontro neste segundo mundo, chegou a vez de um memorável reencontro na Primeira Vida, não sem alguns precalços que envolveram uma deslocação de última hora à Margem Sul para resgatar o nosso Iluminado. Finalmente chegados ao lugar marcado, fui imediatamente reconhecida pela Sr. D. Dra. Prof. Engª (não sei se a ordem é esta) Mãe da Mafalda, de cujo rosto só me lembrei no final do jantar, mas a qual se lembrava muito bem de mim. Grande Magic, por quem se diria que o tempo não passou se não fosse a prova vivíssima e fabulosa que é a extraordinária Mafalda. E grandes todos os outros, que já conhecia pessoalmente (Afro, Blue, Elora, Imso, Maggy, Piedro, Tp) e aqueles que conheci naquela noite (Manex, Mermaid, Migas e Russo). Enorme mesmo foi a noite que se seguiu, em que, à semelhança do que se passa neste nosso Segundo Mundo, nos rimos, dançámos, cantámos e divertimos como se o mundo fosse todo nosso.
Ao contrário da maior parte deles, optei por não participar do segundo dia de Assembleia Geral, porque não só estava exausta como se impunha que estivesse com as pessoas mais importantes da minha Primeira Vida e que também ajudasse a fazer as honras da casa na inauguração do novo Auditório de Portucalis. E garanto-vos que a noite não foi menos memorável.
Admirável Primeira Vida? Admirável Segundo Mundo, sim, que nos permite encontrar estas pessoas extraordinárias que passam, assim de repente e incrivelmente, a fazer parte dela. Algumas de uma forma mesmo muito especial.


Num dia em que a Primeira se sobrepôs à Segunda, perdi um momento único: a participação do “Pai da Mafalda” em directo no blog do Tagus. Pronto, lá me roí eu toda, não estava lá, tinha que ser hoje, mas a vida é assim… Dias depois, a Mafalda e as circunstâncias convenceram o “Paizinho” a criar o seu próprio avatar e a vir divertir-se connosco. Conversa puxa conversa e chegámos à conclusão de que eu e o “Paizinho” nos tínhamos já cruzado na Primeira Vida, e que há muitos anos atrás nos tínhamos divertido tanto como nos divertimos agora.
Tenho praticamente a certeza de que, sem SL, sem o RRV (mais uma vez, obrigada TP) e sem estes amigos novos que me rodeiam, em Portucalis e no Grupo Tagus, teria sido impossível reencontrar o “Paizinho” e conhecer a Mafalda (que agora é minha afilhada). Depois, venham dizer-me que o SL aliena as pessoas. Ou será que é na Primeira que vivemos de portas fechadas?

[Summer: opá, já paravas com os elogios, ke kk dia ainda ficam a pensar ke nós duas e tal e coisa moitas, tás a ver
hehehehe
![[tongue]” height=”12″ width=”13″ /></div>
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Perto de fazer quatro meses de SL, e inesperadamente, fui convidada a fazer parte de um projecto português neste admirável segundo mundo. Sou, desde o passado dia 3, uma orgulhosa Portucalense. Agora, é deitar mãos à obra e tratar de deixar o meu cantinho apresentável. Ou, ambição das ambições, admirável.